Acampamento A3 Jovem

Queridos amigos,

A Diocese de Setúbal está a organizar um acampamento diocesano de Jovens!
Vão participar os jovens das catequeses, dos escuteiros, da pastoral universitária, da pastoral juvenil, enfim todos os jovens da Diocese de Setúbal... Podes contar com concertos, actividades radicais, wokshops, exposições e toda a aventura que desejares... TENS QUE VIR!!

O acampamento será de 5 a 7 de Junho de 2009 na Quinta do Álamo.
As inscrições vão abrir brevemente por isso fica atento e vai dando uma olhadela para o blog: http://a3jovem.blogspot.com/!!

P.s. Se tiverem oportunidade comprem o Noticías de Setúbal na vossa Paróquia da Diocese!!

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma


Papa convida ao jejum como cura espiritual
Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2009 apresentada no Vaticano

“Jesus, após ter jejuado durante 40 dias e 40 noites, por fim, teve fome” (Mt 4, 2)

No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal). Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Oreb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.

Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O "não comas" e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98). Dado que todos estamos estorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Omnipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.

No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.

Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).

Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o Servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).

A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum, escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: L 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.

Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.

De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».

Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no esforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica.

BENEDICTUS PP. XVI

Steve Jobs em Standford

Discurso de Steve Jobs, fundador da Apple e da Pixar, para os alunos finalistas da Universidade de Standford.

Abram os vossos corações e oiçam até ao fim que vale a pena!!

PARTE I


PARTE II

O Rosto de Jesus na História da Pintura

Jesus marca profundamente a História da Humanidade. A sua presença, nem sempre perceptível, lança continuamente corações resgatados numa busca incessante para além dos amplos horizontes. Simultaneamente corações apaixonados e "construtores geniais da beleza" i, artistas, tentam partilhar a grandeza do encontro com Jesus evangelizando com música, literatura, discursos, teatros, poemas, pinturas, esculturas.

"A arte tem a capacidade de ajudar o homem a entrar no mistério, a dizer o indizível, a mostrar o transcendente"ii. E assim aconteceu no seminário " O Rosto de Cristo na História da Pintura". Entrámos por momentos na descoberta de Cristo e na profundidade do seu encontro com vários homens que genialmente o comunicaram.

Que estes momentos fortes de encontro com o Seu Rosto através de outros nos ajude a que a nossa história na Universidade se torne Sua, parte do mistério.


P.S. Ainda impressionada com a beleza da arte desafio-vos a entrarem agora na contemplação de São Paulo através da exposição de pintura disponível no seminário de S. Paulo em Almada.

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i Papa João Paulo II, Carta aos artistas, Vaticano, 1999

ii D. Gilberto, Bispo de Setúbal, Exposição colectiva de Pintura – S. Paulo, 2009.

Vaticano & You Tube

Caros amigos,
O Vaticano já tem um canal no You Tube!!
Consultem!! http://www.youtube.com/vaticanit
Abraço em Cristo

Colega desaparecido


Queridos amigos,
No sábado 10 Janeiro de 2009 desapareceu um colega da FCT, de Eng. Mêcanica, que se encontrava em Berlim a estagiar no âmbito do programa InovContacto.
Peço que divulguem, em especial a contactos que eventualmente se possam encontrar perto da zona.
Mais informações disponíveis no blog http://findafonsotiago.blogspot.com/ que também se encontra na nossa lista de blogues a consultar!
Um Muito Obrigada! Rezemos por esta intenção! Abraço em Cristo!

Bento XVI vai ter canal no Google

"O Vaticano assinou este sábado um acordo com o gigante norte-americano Google para lançar um canal próprio no site oficial. A imprensa italiana adianta que o novo canal vai ter notícias, discursos, vídeos e imagens do papa Bento XVI.
O projecto vai ser apresentado a 23 de Janeiro na sala de imprensa do Vaticano com a presença do porta-voz do papa Federico Lombardi e pelo responsável de comunicação do Google, Henrique de Castro.
Os detalhes sobre o novo canal vão ser revelados na Jornada Mundial das Comunicações Sociais".

in TVNET

Ano Paulino em Almada

"O seminário de Almada apresenta este mês de Janeiro várias iniciativas sobre São Paulo todas elas com entrada livre e com grande relevância cultural e religiosa para aprofundamento do conhecimento da vida deste apóstolo."

Conferência sobre S. Paulo
Conferencista: P. Tolentino Mendonça, Poeta e Professor de Sagrada Escritura na Universidade Católica Portuguesa. Dia 24 de Janeiro, Sábado, pelas 15h30m.
Exposições
“Colectiva de Pintura - S. Paulo”
De 10 a 31 de Janeiro, nos Claustros interiores do Antigo Convento. Vários artistas: Cargaleiro, João Sousa Araújo, Emília Nadal, Pe.João Marcos, Louro Artur e outros.
“Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo”
De 17 a 25 de Janeiro, na Antiga Adega dos Frades: Trata-se de uma Exposição itinerante de carácter didáctico organizada pela Editora Paulus sobre o Apóstolo S. Paulo, que durante o Ano Paulino percorre as várias Dioceses de Portugal.
“Dizer hoje as Bem-Aventuranças através da Fotografia”
De 10 a 16 e de 26 a 31 de Janeiro, na Antiga Adega dos Frades: Esta mostra de Fotografia resulta do Concurso Diocesano de Fotografia promovido pela Diocese de Setúbal em 2007/2008. São cerca de duas dezenas de trabalhos que, a partir do texto do Evangelho segundo S. Mateus, dizem, através da linguagem fotográfica, as Bem-aventuranças nos dias de hoje.
Horários de abertura ao público das Exposições:
2ªF a 6ªF: 15h – 18h30m;
Sáb.: 15h – 22h;
Dom.: 10h-13h e 15h -18h
Ciclo de Concertos
Coral Ars Musica, 10 de Janeiro, pelas 16h.
Solemnis, 17 de Janeiro, pelas 17h.
Coro Polifónico de Almada, 24 de Janeiro, pelas 17h.
Entrada livre em todas as actividades

Luz


Queridos amigos,

Espero que o Natal e a entrada neste novo ano tenham sido cheios da verdadeira Luz que nos ilumina e traz força!

Hoje, dia dos Reis Magos, é com enorme alegria que dou a noticía de que amanhã uma estrela irá brilhar por cima da sala 113-IV (FCT), anunciando a presença do menino através da missa.

Contamos com a vossa presença e dos vossos amigos pelas 14h00!

Que Deus esteja connosco! Até amanhã!!!

"a cada discípulo de Cristo"

Queridos amigos,

Deixamo-vos com o desafio que Bento XVI proferiu na sua mensagem para a celebração do dia mundial da paz:
"a cada discípulo de Cristo bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhe for concretamente possível para ir em seu socorro”.

Espero que este desafio vos encoraje a ler toda a mensagem de Bento XVI e contribua para aumentar o desejo de santidade que existe em vós!!